Pular para o conteúdo

Etapa 2 e 3 do método

O processo sai do papel e entra em produção.

É o que vem depois do diagnóstico. Em quatro semanas de encontros, o processo escolhido passa a rodar de verdade na sua operação, construído por quem vai usar ele todo dia.

O diagnóstico mostra o caminho. Quase sempre ele para aí.

A lista de oportunidades fica pronta, todo mundo concorda com a prioridade, e nada entra em produção. Não é falta de vontade, é falta de alguém do lado na hora de construir.

O que trava

Ninguém tem a primeira hora

O time sabe o que fazer, mas a operação come o dia. Sem um horário marcado no calendário, a construção nunca começa.

O que trava

O piloto morre no teste

Alguém monta uma versão inicial, ela falha em um caso real, e a conclusão vira "IA não serve para o nosso processo".

O que trava

Fica tudo com o consultor

Quando quem constrói é de fora e o time só assiste, qualquer ajuste depois vira uma nova contratação.

Quatro semanas, um encontro por semana, o processo no ar no fim.

O formato é sempre o mesmo, e é isso que faz ele funcionar: dia marcado, escopo curto, e uma tarefa concreta entre um encontro e o outro.

1h30 Por encontro, uma vez por semana
4 semanas Do primeiro encontro ao processo rodando
24 horas De trabalho no total, incluindo treinamento avançado e entrevistas com cada área
Encontro 1

Entrevistas e escopo

Conversamos com cada área envolvida no processo e fechamos exatamente onde ele começa e onde termina.

Encontro 2

Primeira etapa no ar

Construção ao vivo do primeiro pedaço, com a pessoa responsável na direção e a gente do lado.

Encontro 3

Casos reais

O que travou no teste da semana vira ajuste ali mesmo, com os casos difíceis da operação de verdade.

Encontro 4

Produção e documentação

O processo passa a rodar no dia a dia, documentado, e definimos qual será o próximo.

A anatomia de cada encontro

Quem constrói é o time da empresa, acompanhado. O objetivo não é entregar um processo pronto, é que a empresa consiga repetir sozinha no segundo processo.

Dois caminhos, dependendo de quem constrói

A escolha é só uma: existe alguém do time com agenda para construir, ou a empresa precisa de velocidade agora.

Caminho principal

Implantação guiada

Encontros semanais em que o time da empresa constrói o processo, acompanhado por nós. Mais lento no primeiro processo, e é justamente aí que a autonomia é criada. Serve quando existe alguém disponível para assumir a construção.

Caminho alternativo

Implementação direta com acompanhamento

Até três processos implementados pela Trocoli, sempre com alguém do time da empresa acompanhando cada passo (shadow). Serve para quando a empresa precisa de velocidade e não tem alguém disponível para construir.

O que você recebe

Quatro coisas, e nenhuma delas é um relatório de recomendações.

Construído pelo próprio dono, na hora

Na sessão com a Metal Contal, o processo de geração de proposta comercial da empresa foi automatizado ali, na hora, pelo próprio dono, que nunca tinha usado IA como agente antes.

Eu achava que era mais distante do que eu podia executar. Depois que a IA leu as informações, a proposta saiu melhor do que a que eu tinha feito antes, pessoalmente. Tem erros que eu cometia e que ela não comete. Automatizou muito o trabalho que eu tinha antes, e foi só a ponta do iceberg.
Victor CardosoEngenheiro civil e dono da Metal Contal Estruturas Metálicas

Qual processo você colocaria no ar primeiro?

Manda uma mensagem contando qual é. Respondemos dizendo se ele cabe em quatro encontros e o que seria construído em cada um.